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Escavadora giratória usada: de rastos ou de rodas, e que tonelagem escolher?

há 1 dia
4 min de leitura

Quando uma empresa procura uma escavadora giratória usada, há duas decisões que pesam mais do que a marca: o tipo de rodado, rastos ou rodas, e a tonelagem da máquina. São essas duas escolhas que determinam se a giratória é a certa para o tipo de obra, o terreno e a mobilidade de que precisa.



Entre as várias escavadoras usadas no mercado, a diferença de preço e de fiabilidade acaba por estar nos pormenores certos. Este guia ajuda a decidir com critério, para não comprar uma máquina a mais nem a menos do que a sua empresa faz no dia a dia.


O que vai encontrar neste guia:

  • Rastos ou rodas: como escolher

  • Que tonelagem faz sentido para a sua obra

  • O que verificar numa giratória usada

  • Documentação e onde comprar com segurança


Rastos ou rodas: como escolher


A escolha entre uma escavadora de rastos e uma de rodas depende sobretudo do terreno e da mobilidade que a obra exige.


Escavadora de rastos

Os rastos distribuem o peso por uma superfície maior, o que dá melhor tração e estabilidade em terrenos moles, húmidos ou irregulares. São a opção natural para escavação pesada, movimentação de terras e obras de maior dimensão, onde a força e a aderência contam mais do que a velocidade de deslocação.


Escavadora de rodas

A escavadora de rodas é mais rápida e móvel: desloca-se pelos seus próprios meios entre frentes de trabalho e circula em estrada, o que a torna prática em meio urbano e em pavimentos acabados que não se querem danificar. Troca alguma capacidade em terreno difícil por mobilidade e agilidade.


Como decidir

A regra simples: se a máquina vai ficar muito tempo na mesma obra, em terreno exigente e a escavar muito, os rastos compensam. Se precisa de andar entre obras, trabalhar em cidade ou em superfícies sensíveis, as rodas são mais eficientes. Pense no que faz na maior parte do tempo, não na exceção.


Que tonelagem faz sentido para a sua obra


Inspeção do trem de rodagem de uma escavadora usada

As giratórias costumam agrupar-se por classes de peso: mini ou compactas (as mais leves), midi (a classe intermédia) e standard (as maiores), consoante o sistema de classificação. Muitos fabricantes indicam o peso no próprio nome do modelo, um hábito que ajuda a comparar (por exemplo, um modelo "323" corresponde, grosso modo, a uma máquina de cerca de 23 toneladas).


A tonelagem certa é a que equilibra três coisas: a força e o alcance necessários, o acesso ao local (espaço para manobrar e passar por portões) e o transporte da máquina entre obras. Uma máquina demasiado grande fica cara de mover e limitada em espaços apertados; uma demasiado pequena obriga a mais passagens e desgasta-se mais depressa. Se tiver dúvidas, descreva-nos o tipo de trabalho e ajudaremos a enquadrar a classe.


O que verificar numa giratória usada


Além dos pontos comuns a qualquer máquina usada (horas de trabalho, historial de manutenção, estado do motor e da hidráulica, fugas e teste em funcionamento), a giratória tem componentes próprios que valem uma inspeção atenta:

  • Trem de rodagem (nas de rastos): estado dos rastos ou sapatas, roletes, rodas-guia e tensão. É uma das reparações mais caras, por isso pesa muito na avaliação.

  • Rotação da torre: girar a máquina e sentir se a coroa de rotação roda suavemente, sem folgas nem ruídos anómalos.

  • Lança, cana e cilindros: procurar folgas nos pinos e casquilhos, fissuras, soldas de reparação e fugas nos cilindros.

  • Pneus e travões (nas rodas): desgaste, estado e comportamento em deslocação.


Documentação e onde comprar com segurança


Como em qualquer equipamento de trabalho, confirme a marcação CE, a declaração de conformidade e o manual de instruções, e que a máquina está apta às verificações de segurança exigidas e é operada por pessoal habilitado. Comprar a um stand especializado dá-lhe máquinas revistas antes da entrega, historial transparente e apoio na escolha, o que reduz o risco e as paragens.


Na MP Máquinas trabalhamos com várias marcas (JCB, Caterpillar, Komatsu, Volvo, Case, entre outras) e pode ver as giratórias e restantes máquinas disponíveis no nosso stock. Se quiser ajuda a escolher a máquina certa, fale connosco e peça um orçamento.


Conclusão

Escolher uma escavadora giratória usada resume-se a acertar no rodado e na tonelagem para o trabalho real da sua empresa, e depois verificar bem o estado da máquina antes de comprar. Comece por ver o stock disponível e conte com a nossa equipa para encontrar a giratória que melhor se ajusta às suas obras.


Perguntas frequentes


Escavadora de rastos ou de rodas: qual é melhor?

Depende da obra. Os rastos dão mais tração e estabilidade em terreno mole ou difícil e em trabalhos pesados; as rodas dão mais mobilidade e circulam em estrada, ideais para o meio urbano e várias frentes de trabalho.


O que significa a tonelagem de uma escavadora?

É o peso de operação da máquina, que define a sua classe (mini, midi ou standard) e, na prática, a força, o alcance e o transporte. Muitos fabricantes indicam esse peso no nome do modelo.


O que devo verificar numa escavadora giratória usada?

Além das horas e do historial de manutenção, verifique o trem de rodagem, a rotação da torre, a lança, a cana e os cilindros, e a documentação (marcação CE, declaração de conformidade e manual).

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